Yemojá é um
Òrìsà africano, cujo nome deriva da expressão Yorùbá Yèyé Omo ejá, Mãe cujos filhos são
peixes. Os Egbas, que viviam inicialmente em um local no sudoeste da Nigéria,
entre Ifé e Ibadan, onde há um rio chamado Yemojá que desagua no Mar.
Para os Yorùbás, a divindade do mar é Olokun, entidade feminina na Nigéria e masculina no Benin, um Òrìsà quase esquecido no Brasil.
Para os Yorùbás, a divindade do mar é Olokun, entidade feminina na Nigéria e masculina no Benin, um Òrìsà quase esquecido no Brasil.
Yemojá seria a filha de Olokun, Deus em
Benin e deus do mar em Ìfè. Numa das histórias ela aparece casada pela primeira
vez com Orunmilá, o Senhor das Adivinhações, depois com Olofin, o Rei de Ifé.
Com este último teve dez filhos, cujos nomes enigmáticos parecem corresponder a
outros tantos Òrìsàs.
Alguns nigerianos consideram Yemojá como a
deusa da pororoca (encontro do rio com o mar) onde os pescadores retiram
alimentos e usufruem das águas.
Na Nigéria ela é patrona da sociedade Geledes,
sociedade feminina ligada ao culto das Yamis, as feiticeiras noturna.
No Rio de Janeiro, Santos e Porto Alegre, o culto a
Yemanjá é muito intenso durante a última noite do ano, quando centenas de
milhares de adeptos vão, cerca de meia noite, acender velas ao longo das
praias, entregar oferendas e outros presentes no mar. Nesse momento sagrado
diversos agradecimentos e pedidos são feitos.
O principal templo de Yemojá está localizado
na cidade de Abéòkútá. Os fiéis desta divindade vão todos os anos buscarem
a água sagrada retirada de uma fonte do
rio Lakaxa acreditando que tem os Àses da deusa. Essa água é recolhida
em jarras, transportada numa procissão seguida por pessoas que carregam
esculturas de madeira (ère), tocam tambores e outros instrumentos músicas.
No retorno fazem saudação a Òrìsà Yemojá, as Altezas majestades e
outras pessoas ilustres da cidade, começando por Aláké, o soberano do local,
Olúbàrà, o rei de Ìbàrìbá, Abore e outros.
Yemojá é a panteã da família, dos pescadores
e dos marujos.
O sábado é o dia da semana que lhe é consagrado,
juntamente com outras divindades femininas das águas. Seus adeptos usam colares
de contas de vidro transparentes e vestem-se, de preferência, de azul-claro.
Na Suméria Enki era o deus dos Oceanos e mares. Ele era um deus da fartura, da transformação e guardião das Sabedorias Ocultas. Enki sabia que a água podia trazer aos mortos vida e renascimento. Seu animal totem era a serpente e o peixe. Símbolo sagrado era a Lua e a sua cor era Azul e prata.
Deus Enki tornou panteão dos pescadores e da família. Ao fazer analogia entre o legado do povo africano e o povo da Suméria iremos observar que as suas histórias são bastantes semelhantes.
Portanto, deus Enki provavelmente é a deusa Yemojá cultuada pelo povo da nação Yorùbá, cultuada no Brasil e em outros países. Yemojá aparece com várias facetas, mas é uma Divindade Uno.
Na Suméria Enki era o deus dos Oceanos e mares. Ele era um deus da fartura, da transformação e guardião das Sabedorias Ocultas. Enki sabia que a água podia trazer aos mortos vida e renascimento. Seu animal totem era a serpente e o peixe. Símbolo sagrado era a Lua e a sua cor era Azul e prata.
Deus Enki tornou panteão dos pescadores e da família. Ao fazer analogia entre o legado do povo africano e o povo da Suméria iremos observar que as suas histórias são bastantes semelhantes.
Portanto, deus Enki provavelmente é a deusa Yemojá cultuada pelo povo da nação Yorùbá, cultuada no Brasil e em outros países. Yemojá aparece com várias facetas, mas é uma Divindade Uno.
Saudação: Ekúàbò Ìyá Odò! (Que seja bem-vindo mãe dos rios!)
Autora: Rainna Tammy
Fonte de Pesquisa:

Nenhum comentário:
Postar um comentário