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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Desconstruindo o mito do personagem Jesus



Antes do nascimento e após o nascimento Ye hõ wõ su a (aramaico) foi divino. Na fase adulta Yeshúa tornou na visão de muitos um revolucionário, herege, blasfemador e anarquista. Após o batismo Yeshúa retorna um ser divino por demostrar espirituoso, sabedoria, autenticidade e curas extraordinárias. Após a crucificação ficou conhecido como Jesus, o ungido de Deus.
Na antiguidade era natural uma pessoa receber um nome místico como símbolo de uma nova vida, novo ser, ou seja, o indivíduo morria e renascia para uma nova vida com um novo nome. Provavelmente, Yahushua foi um nome sagrado que recebeu no dia do batismo.
A escritura foi alterada pelos escribas na Era de Constantine, reescrito em latim. O nome de Yeshúa (Ye significa deus + Shu'a significa salvador = deus salvador) passa por mudança Yesus (Ye significa deus + Sus significa besta/cavalo = deus da besta) e mais tarde Jesus¹. Todos os personagens da escritura cristão tiveram os nomes traduzidos e cerca de cinquenta e cinco mil erros foram encontrados na bíblica cristão. Os judeus dizem que o torah escrito em hebraico está correto. Alguns estudiosos acreditam que ambos livros sagrados há erros ao reescreverem os fatos históricos da época, visto que os os rolos de papiros encontrados tinham sido corroído pelo tempo.
Cada povo teve o seu avatar para cultuar, mas o imperador precisava de um personagem que agradasse a população. Nascia naquele momento o personagem Jesus, o último cordeiro que morreu para salvar a humanidade. O profeta poderoso tornou um deus e que o seu sangue mesmo após dois mil anos continua tendo poder.
Alguns acreditam que Jesus foi um personagem criado pelo imperador romano Constantine que converteu ao cristianismo, mudou a forma de visão doutrinária religiosa e criou um avatar com o título de salvador da humanidade cristão a fim de agradar os cristãos da época, submeter as leis romana e santificar o reinado. O jogo político deu certo porque convenceu a humanidade com uma nova estória bíblica, proibindo alteração desses livros considerados sagrados e inspirados por Deus.
Os cristãos passaram ver Jesus como deus salvador da humanidade que sofreu e derramou o seu sangue em pró de todos os seres humanos. Tudo de bom que acontece na vida de uma pessoa é Jesus que faz e que o ser humano é incapaz, sem potencial de auto ajudar e auto curar. O ser humano tem que aplaudir somente Jesus, jamais auto aplaudir.
Segundo Yeshúa, os que virem após a mim poderão fazer mais coisa que eu faço². Vós sois deuses...³ Toda pessoa tem força mental para construir o que desejar, pode curar alguém e auto curar porque herdamos essa essência de Deus. Bastar explorar esse potencial interior e poderá surpreender a muitos olhos.
A expansão da fé cristão culminou com prisão e morte dos seus seguidores. Quem morria pela fé era visto como mártir e santo. No decorrer do tempo o personagem Jesus foi enaltecido e expandido no ocidente com ideias e interpretações diferentes.
Yeshúa, o divino homem teve que experimentar a vida terrena com personalidade, comportamento, atitude que assemelhava a cultura da época. Os judeus reconheceram Yeshúa como profeta jamais como um messias.
Alguns místicos esotéricos, ocultistas e neopagãs veem Yeshúa [4] como divino da Estrela Vênus que veio como um humano para instruir, resgatar almas cármicas da época e trazer uma nova consciência para ser feliz na Terra. Yeshúa é um avatar cósmico que está interligados a constelação Órius e outras estrelas da galáxia.
As pessoas fazem interpretações dos livros sagrados segundo a expansão consciencial. Cada pessoa tem a sua verdade segundo a sua visão, conhecimento e autoconhecimento. Temos que conscientizar que todas as religiões são boas, edificantes e beneficentes. A partir do momento que uma pessoa atinge uma expansão de consciência, consegue discernir o certo e o errado não há necessidade dela viver presa em dogmas e ideologias ultrapassadas. Essa pessoa procura buscar inovações que possam enquadrar na linha do seu pensamento. Costuma-se destacar como escritor, palestrante, consegue conectar com os seres das galáxias e viver segundo as Leis Divinas sem ter vínculo com as instituições religiosos.





Autora: Iney Lúcia (Raina Yashira)

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1- Todos os nomes próprios permanecem inalterados em outras línguas. A transliteração ocorre quanto à escrita do nome, de maneira que cada letra possa ser escrita de acordo com a letra correspondente de outra língua ou dialeto, mas quando o nome for pronunciado, o som será idêntico ao da pronúncia original.

2- João 14: 12: “Em verdade, em verdade vos asseguro que aquele que crê em mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará, pois eu vou para o meu Pai”.


3- Salmo 82: 4-6: Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da Terra vacilam. Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo.

João 10:34-38: Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa Lei: Eu disse que vós sois deuses?
Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis vós: Tu blasfemas, porque eu disse: Sou Filho de Deus?
Se não faço as obras de meu Pai, não me creiais, mas se as faço, embora não me creiais, crede nas obras, para que conheçais e compreendais que o Pai está em mim, e eu estou no Pai.

4- Yeshúa (hebraico) é a abreviação para o nome Yehoshua.

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