De acordo com o calendário gregoriano o ano novo
cultural iniciou numa segunda feira, dia 01/01/2018 (1+1+11=13) com a manifestação do
signo oculto serpentário trazendo transformação no comportamento humano. A
mudança planetária leva a inovação no pensamento, no sentimento e na atitude. No tarot, a lâmina 13 simboliza a morte. O ser humano precisa morrer para o mundo ultrapassado e renascer para uma Nova Era Consciencial.
Segundo a tradição yorùbá, o ano gregoriano 2018 é regido por Egúngún/Ègún, os ancestrais vêm trazendo seus conhecimentos e experiência ao mundo para que o ser humano saiba lidar com os desafios densos de 2018.
O mundo estará vulnerável com o aparecimento de epidemias, vírus e bactéria. Mas Sòpòná, òrìsà da terra e do submundo vem despertando tudo que está a adormecido, desperta a consciência e vem trazendo avanço científico junto com Èsù Okòtò e Òsányin para combater os vírus do Ar, as enfermidades da Água e da Terra; Olóòkun, a deusa dos oceanos profundos e do mar mostra sua força e poder através das águas. A água gera vida, cura, a água contém mistério, a água limpa as impurezas, a água salva vida e mata também. Os Èsùs, portadores dos Òrìsàs vem trazendo organização, disciplina e ordem.
Segundo a tradição yorùbá, o ano gregoriano 2018 é regido por Egúngún/Ègún, os ancestrais vêm trazendo seus conhecimentos e experiência ao mundo para que o ser humano saiba lidar com os desafios densos de 2018.
O mundo estará vulnerável com o aparecimento de epidemias, vírus e bactéria. Mas Sòpòná, òrìsà da terra e do submundo vem despertando tudo que está a adormecido, desperta a consciência e vem trazendo avanço científico junto com Èsù Okòtò e Òsányin para combater os vírus do Ar, as enfermidades da Água e da Terra; Olóòkun, a deusa dos oceanos profundos e do mar mostra sua força e poder através das águas. A água gera vida, cura, a água contém mistério, a água limpa as impurezas, a água salva vida e mata também. Os Èsùs, portadores dos Òrìsàs vem trazendo organização, disciplina e ordem.
O ano novo astral inicia numa terça feira dia 21 de
março com a continuidade do comando geral de Saturno e o Júpiter auxilia na
regência planetária. A partir dessa data Osogún/Ògundè,
o feiticeiro e guerreiro sanguinário vem apoiando a guerra contra aqueles que
extrapolou o limite e desrespeitou as Leis Naturais. O ser humano ficará mais
sensível no seu comportamento no dia a dia. A tendência é aumentar a violência de modo geral. As mulheres e crianças serão maiores vítimas.
Na roda dos òrìsàs de 2018 haverá presença das
energias no arcano cabalístico 20 de Oya
Ìgbálè Funan com a sua vassoura mágica varrendo as impurezas e Sàngó Iná chega despertando os vulcões adormecidos para ver a beleza e o
poder do fogo.
Segundo a teoria da numerologia de Pitágora, o ano
de 2018=11 números mestre não é somada. Este é um ano do cuidado espiritual,
parceria, de expansão, da ação transparente, do equilíbrio, da transformação e
da evolução. Excelente ano para os escritores esotéricos, física quântica e
autoconhecimento serem reconhecidos pela sociedade. As pessoas sentirão sede do
conhecimento astral e se tornarão mais humanitário.
No dia 03 de junho inicia um novo ano Yorúba (10.060), os
cultuadores dos òrìsàs recebem essas energias africana na sua vida de
modo geral de forma direta ou indireta. A partir de junho o comando será dos
òrìsàs àgbà feminino Yèyé Yemojá, òrìsà das águas milagrosas e misteriosas. Òsùn
Àdàpò vem trazendo solução para apaziguá a sociedade, Òsùn Afójú de Iketu vem
despertar o sexto sentido e Òsùn Abuké
de Ìlù carregadora do ego humano vem para trazer o equilíbrio emocional. As
Àjé àgbà sábias e experientes vêm para colocarem ordem na casa. O Èsù Òdàrà, Èsù Òkòtò e outros Èsùs vêm auxiliando as Òsùn nesse trabalho de transição planetária.
Dias da semana tradicional yorùbá (4 dias)
1º dia da semana: Ojo-Aiku/Domingo - Obàtálá/Òrìsà Nla, o Deus criador da humanidade. Dia sagrado a família e aos Òrìsàs Sòpòná, Ìyáàmì Òsòrònga e Egúngún/Ègún. Dia dedicado ao fortalecimento espiritual através do jejum, reflexão, oração e meditação.
2º dia da semana: Ojo-Aje/Segunda-feira - Òrúnmìlà, Òsùn e Èsù, o portador dos Órìsàs. Consulta ao oráculo de Ifá, dia especial para realiza um feitiço com êxito.
3º dia da semana: Ojo-Ishegun/Terça-feira - Ògún e Osóòsì. Dia sagrado para iniciar algo novo, expandir financeiramente, fazer colheita agrícola, encontrar tesouro no solo, tratar de assunto político, social e econômico.
4º dia da semana: Ojo-Riru/Quarta-feira - Sàngó e Oya. Dia dedicado a limpeza e organização da casa de culto, fazer oferendas, rezar, fazer evocação e invocação.
O Ose tradicional está voltado ao credo religioso, dedicação aos Òrìsàs, enquanto que o ose cívil/comercial tem sete dias - usado para fins comerciais com outros países. O quinto dia da semana foi dedicado a Òrìsà do comércio Àjé Sàlúgà e o mercador Èsù Tiriri Olojà. O sexto dia da semana é dedicado a Ìròkò regente do tempo e do espaço, dia da feira livre na encruzilhada e no sétimo dia dedicado aos Òrìsàs da água, dia ideal para pescar e comercializar. A Àjé Sàlúgà e o mercador Tiriri Olojà recebiam oferendas antes e pós a boa venda. A festa comunitária entre os comerciantes era uma forma de agradecer as bênçãos. Foi na encruzilha que originou o comércio popular e o surgimento de casas comerciais.
O Sacerdote Divinatório consulta sempre o oráculo de Ifa para saber como seria o novo ano, oferendas serem feitas para ter o àse dos Òrìsàs regentes e saber sobre a vida de uma pessoa durante a missão terrena. Pessoas que trabalham com outras vibrações energéticas são influenciadas por tais energias. Se a pessoa cultua Òrìsàs e Nkisis receberá vibrações energéticas do dia do nascimento, do nome completo, do meio em que vive/família, do país onde mora, da nação yorùbá e da nação Angola.
O Sacerdote Divinatório consulta sempre o oráculo de Ifa para saber como seria o novo ano, oferendas serem feitas para ter o àse dos Òrìsàs regentes e saber sobre a vida de uma pessoa durante a missão terrena. Pessoas que trabalham com outras vibrações energéticas são influenciadas por tais energias. Se a pessoa cultua Òrìsàs e Nkisis receberá vibrações energéticas do dia do nascimento, do nome completo, do meio em que vive/família, do país onde mora, da nação yorùbá e da nação Angola.
Brasil, país miscigenado, místico e paraíso dos deuses africanos. Povo de àse abençoado com grande talento, arte e alegria. Arte de chutar, arte de gingar, tocar, bailar, sambar, compor, escrever, cantar, cozinhar e de conquistar. Na roda do pagode faz qualquer um alegrar, no carnaval o quadril remexe e os olhos brilham. Quem vem para visitar o Brasil aprende sambar e cultuar os Òrìsàs.
Autora: Rainna Tammy