Cada povo
tem a sua cultura e suas tradições que deve ser preservada. As raízes Ancestrais
deve fazer parte do dia a dia.
A visão do
mundo em relação à cultura africana é distorcida. Acreditam que é um povo sem
história, sem cultura, miserável, faminto, sem identidade e sem formação
profissional.
Na visão Ocidental verá esse costume como fúnebre bizarro,
povo que não tem sentimento ou amor ao próximo. Eles comemoram a vida porque
estão ciente que apenas a expressão física acabou e o espírito está vivo em
algum lugar. A morte é comemorada com festas, danças, cantos e muita
alimentação. Toda pessoa antes da morte do corpo biológico pode relatar o seu desejo final, tipo de fúnebre deseja e o pedido é realizado. Eles acreditam que a pessoa não morreu, mas foi fazer uma longa viagem. Que nos dias especiais virá visitar os seus ente queridos.
O luto patológico é temporário
porque sentirão saudade, algo natural, mas que logo será esquecido, somente
coisas boas referente a pessoa deve ser lembrado porque fez parte da história
da família e da comunidade.
A cultura, a história africana ainda mantém viva graças as comunidades tradicionais porque nas cidades mais evoluídas pouca coisa ainda resta na mente e na cultura. A nova geração vivem outra realidade e estão deixando morrer os seus costumes, as suas tradições, suas histórias e estão deixando desaparecerem as suas verdadeiras identidades.
O que muitos não sabem que muitas Civilizações Africanas já foram reinos fortes e poderosos. As decadências dos reinos ocorreram por causa das invasões europeias e conflitos internos. O povo africano foi dominado, escravizados nas suas próprias terras e somente de muitos anos o povo africano uniu num só objetivo, a liberdade que massacrava o povo.
A cultura, a história africana ainda mantém viva graças as comunidades tradicionais porque nas cidades mais evoluídas pouca coisa ainda resta na mente e na cultura. A nova geração vivem outra realidade e estão deixando morrer os seus costumes, as suas tradições, suas histórias e estão deixando desaparecerem as suas verdadeiras identidades.
O que muitos não sabem que muitas Civilizações Africanas já foram reinos fortes e poderosos. As decadências dos reinos ocorreram por causa das invasões europeias e conflitos internos. O povo africano foi dominado, escravizados nas suas próprias terras e somente de muitos anos o povo africano uniu num só objetivo, a liberdade que massacrava o povo.
Atualmente
várias comunidades africanas foram abandonadas a própria sorte e vivem de forma
desumana. Enquanto, que outras comunidades puderam reconstruir o seu povoado
tornando metrópole. Outras metrópoles africanas passam por constantes conflitos
internos político, religioso e social. A desigualdade social, desemprego,
educação e saúde precária contribuem para descontentamento da população. Mas há
comunidade que apesar da pobreza, encontra alegria nas suas culturas, procuram
viver em harmonia e da Mãe-terra encontram alimentos e outros recursos para
sobreviverem. A comunidade de Kokrobite vivem num lugar paradisíaco, perfeito e tranquilo. Vale apena conhecer.
Portanto, nem a morte do corpo biológico tiram a alegria daquele povo porque acreditam que a vida continua, os que estão vivos devem viver o agora da melhor maneira.
Autora: Iney Lúcia (Raina Yashira)
Fonte de pesquisa:
E a vida
continua (Filme completo) https://youtu.be/Ctj0Foo-7WA
Enxugando as
lágrimas: https://youtu.be/VOdGoZpdOcw
Livro Tibetano dos mortos: https://youtu.be/77mcGDxMhSg
Livro Tibetano dos mortos: https://youtu.be/77mcGDxMhSg
Funeral
cristão: fundamentos e liturgia/ [organizado por Erli Mansk] - São
Leopoldo: Sinodal. Porto Alegre: IECLB, 2010.
GOLDIM, José Roberto et all. Bioética e espiritualidade. Porto Alegre: Edipucrs, 2007 (Coleção
Biótica, v. 1, 97 - 101).
GRIBEL, Rose. Minha
vida no mundo dos espíritos: testemunhos, 9 ed. São Paulo: Pensamento,
2000, p.79.
MACIEIRA, Rita de Cássia. O sentido da vida na experiência de morte: uma visão transpessoal em
psico oncologia. 2 ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.
SIMONETTI, Richard. Vencendo a morte e a obsessão. 6 ed. São Paulo: Pensamento, 1998
(Coleção Espírita, p.78 - 79).






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