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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Racismo e preconceito, não!





O nono mês do ano astrológico de reflexão sobre a escravidão no Brasil. Algumas nações subsaarianas eram incentivas pelos europeus conflitos e capturas dos rivais que tornavam escravos no próprio continente africano e comercializado os prisioneiros excedentes com os europeus. 
Os prisioneiros eram acorrentados, conduzidos para os porões das caravelas e distribuídos nos principais mercados para serem comercializados.
As lindas negras eram cobiçadas pelos senhores, algumas engravidam e mantinham a gravidez escondida. A criança nascida era considerada como Mulata que significa mula e filho de nativo brasileiro e europeu recebeu o título de caboclo que deveria prestar trabalho árduo.
A história dos nativos brasileiros e negros africanos mantiveram ocultos por muitos anos, mas o oculto renasceu no final do século XX. A divulgação da história e das culturas africanas contribuíram diversidades culturais brasileiras. Mas o preconceito social, religioso, econômico continuam de forma oculto. Como lidar com tal situação? A conscientização é a melhor forma do reconhecimento que todos os seres humanos são iguais nas suas essências.
O interessante que a cultura africana diversificada veio, permaneceu e está presente na sociedade.

Autora: Iney Lúcia (Raina Yashira) 

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