O Bhutan está encravado entre a China e a Índia e tem
cerca de 700 mil habitantes aproximadamente. É um pequeno e fechado reino encantado
localizado nos Himlayas orientais, conhecido também como “Terra do Dragão” e
sua capital é a bela cidade de Thimphu, certamente o lugar mais tranquilo do
mundo, situada a mais de 2.500 m acima do nível do mar.
Thimphu é um lugar de gente iluminada, tranquila, alegre, simples e feliz.
Todos vestem um tipo de uniforme. Homens usam
‘gho’, um tecido até o joelho com uma faixa na cintura, como uma túnica. As
mulheres usam ‘Kira’, pano longo e colorido até o pé e blusas de seda coloridas
por baixo.
Os Butaneses acreditam que mente fala e corpo têm
de estar em harmonia. Eles cultuam o budismo Mahayana, que tem garantia
Constitucional no país. Essa é a herança espiritual que o povo deve passar para
as próximas gerações, pregando a paz, a compaixão e a não-violência. O chefe
religioso do Reino, o Je Khenpo, goza de uma importância quase idêntica à do
rei, sendo também respeitadíssimo pela população.
A grande maioria dos butaneses seguem o budismo (80%),
com exceção dos habitantes do sul, de origem nepalesa, que seguem o hinduísmo
(20%). O budismo foi introduzido no país no século II d.C, mas só se
estabeleceu como religião dominante no século VII com a visita de Padmasambava,
o famoso mestre tântrico indiano.
Existem os
dzong (fortes), lhakbang
(templos), goempa (mosteiros) e stupa (espécie de santuário, com
relíquias e imagens de Buda que, durante a visita, deve ser circundado no sentido
horário, em sinal de respeito).
Nas stupas são onde os butaneses penduram
bandeirinhas coloridas a céu aberto com preces, pois eles acreditam que, quando
o vento sopra, a paz, a compaixão e a sabedoria daquelas preces se espalham por
toda a região. As bandeirinhas ficam lindas espalhadas por onde se
passa, sempre agitadas pelos ventos. Fazem isso nas pontes também.
Os butaneses podem casar com várias mulheres, inclusive da mesma família e as butanesas podem casar com vários homens. O direito de igualdade entre a população. A cultura da poligamia e de algumas superstições estão presentes. Pinturas grandes na entrada das casas ou esculturas de animais totem como protetor, pimenta vermelha pendurada na frente da casa espantar energia negativa e traz alegria, símbolos e desenho de falo atrai boa sorte e afastar maus espíritos.
O rei Jigme Singye, educado na Inglaterra, tomou
uma decisão nada típica entre monarcas e ditadores: abriu mão do poder
absoluto, delegando poderes executivos ao seu Conselho de Ministros. Mais: o
parlamento butanês ganhou o direito de pedir a cabeça do rei – não no sentido
literal – caso essa seja a vontade de pelo menos dois terços dos membros.
O PIB ganhou um título de nobreza bastante interessante "Felicidade Interna Bruta da nação". O rei budista é adorado, o homem mais sábio e bonitão.
Todos têm confiança absoluta de que tudo o que ele faz é pela felicidade do
povo.
Aos
17 anos de idade, o rei Sua Majestade Jigme Singye Wangchuck, inovou a política
do seu país. Este reino nos Himalaias é famoso por sua inovadora
política de 'Felicidade Interna Bruta'. É uma terra onde a satisfação impera e
a tristeza não ganha visto de entrada. O rei senta num trono com encosto Dharmachacra/Roda da Lei, na sua coroa está presente o Falo, foto do buda, do dragão e as cores vibrantes que trabalha a energia da harmonia.
Autora: Iney Lúcia (Raina Yashira)
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Reino do Butão: https://youtu.be/hphuSTkq2lU
Saudação butanês:
https://youtu.be/tDpCDG9oZj4
Celebração de HH Dalai Lama: https://youtu.be/tDpCDG9oZj4












