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terça-feira, 1 de julho de 2025

As manipulações na fé


O início do dízimo remonta à Era Neolítica, quando a tesouraria da nobreza na Mesopotâmia administrava o dízimo. Os produtores rurais eram obrigados a doar 10% de sua produção ao monarca para ajudar no pagamento de impostos. Depois de estabelecer as instituições religiosas, os líderes perceberam que o dízimo era rentável e decidiram torná-lo obrigatório. Todas as famílias deveriam oferecer a Deus 10% do seu rendimento, do patrimônio adquirido e das bênçãos recebidas, como forma de agradecimento.
Desde que a obrigação de pagar o dízimo nas religiões foi estabelecida para todos os fiéis. A semeadura é vista como algo sagrado e benéfico. A fé se tornou um negócio rentável para poucos. Quanto maior o número de fiéis religiosos plantados no altar, mais ofertas e argumentos serão feitos para a campanha de cura, libertação e prosperidade. Mais pobre, endividado, acusado de falta de fé e uma parte do rebanho que está confinada no curral, como uma ovelha submissa ao seu pastor. 
Contribuir de maneira voluntária em projetos sérios proporciona bem-estar e alegria, mostrando onde o dinheiro está sendo aplicado em prol da sociedade, que sofre com o sistema político, os doentes, os órfãos e os asilos para idosos.
Se você quer prosperar, faça uma reserva financeira no banco, adquira ouro, prata, propriedades, aplique em CDI e receba rendimentos imobiliários mensais. Expanda seu patrimônio de maneira transparente. Fé e dinheiro são coisas distintas. O líder religioso te ilude de várias formas, empregando chantagem emocional e expressões enganosas. O golpe é aplicado sem que você perceba, os argumentos falsos te convencem e te esmagam. 
Provavelmente, você questionará se outras crenças religiosas também compram para curar, libertar e prosperar. Vários trabalhos são cobrados devido às técnicas adquiridas em cursos com valores elevados e aos gastos com materiais que serão utilizados nos rituais. Local que realiza trabalhos beneficentes necessita de contribuições, mas 99% não contribuem, sendo necessário cobrar pelo serviço oferecido para manter a operação regular.
Procure a liberdade através da Fé, viva de forma sábia e divida sua prosperidade com os órfãos, negligenciados pelo sistema e doentes. Dê 100% do seu coração à Fonte Criadora, seja benevolente, generoso, encontre a felicidade e a alegria nas coisas honestas.
Este material não é hostil à fé. Opõe-se à manipulação.

Autora: Iney Lúcia.

terça-feira, 24 de junho de 2025

Cerimônia de um recém-nascido na cultura moçambicana - Africana


A importância de manter a história de um povo africano de consagrar um recém-nascido com festas, cerimônias, danças, música instrumental e doação de presentes ao bebê.
A valorização da vida é feita com festa e confraternização entre as pessoas.

Autora: Iney Lúcia

sexta-feira, 13 de junho de 2025

A vida após a morte biológica


Em cada ciclo de vida, experimentamos diversas mortes, ou seja, o ciclo de vida é marcado por transformações e renascimentos. Quando os óvulos são fecundados, começa a vida e a morte. Quando uma pessoa morre fisicamente, sua consciência pode persistir, ao passo que outras consciências mais básicas se dissolvem. Elas perdem a sua identidade, esquecem da sua existência na Terra, não se recordam da família, nem da sua trajetória e não se encontram em nenhum plano plasmado, nem nos céus nem em um local sombrio (inferno).
Depois da morte do corpo físico, as consciências vão experimentar a sua própria realidade que acreditaram enquanto estavam no mundo físico. Se ela crê na reencarnação, ela reencarnará, caso sua fé seja cristã, ela irá para as dimensões conhecidas como Reino Celestial (Céus) ou Dimensão Sombria (Inferno). Os que acreditavam que após a morte dormia para sempre, suas consciências continuam a dormir e, ao despertar, permanecerão com a família e no imóvel, realizando as atividades que mais apreciavam, antes de voltar a adormecer. Ela perde a consciência do tempo, pois o tempo em outras dimensões é distinto. Caso ela acreditasse que a morte é uma jornada, ela retrataria viagens em vários locais. Para alguns, a reencarnação é um meio de castigo e não de progresso, uma vez que a consciência se renova. Ela perde a consciência do tempo, pois o tempo em outras dimensões é distinto. Caso ela acreditasse que a morte é uma jornada, ela retrataria viagens em vários locais. Para alguns, a reencarnação representa um castigo e não um progresso, já que a consciência permanecerá aprisionada na Roda de Sansara.
Será que nos deparamos com amigos e parentes que já faleceram?
Algumas vezes, a família e os amigos irão acolher, mas existem situações em que isso não ocorre porque os pensamentos e convicções foram distintos. 
Há risco no universo espiritual?
Sim, existe um grande risco de consciências obscuras capturarem consciências recém-liberadas do corpo físico e levá-las para os Reinos Sombrios, onde serão escravizadas. As consciências apreendidas realizam trabalhos forçados para sugar as energias vitais dos vivos, enganar almas e levá-las ao mundo da perdição. Quando uma alma se liga à essência divina, não será detida por consciências obscuras por não possuir qualquer afinidade.
Os acontecimentos após o falecimento do corpo físico serão moldados de acordo com o pensamento, a fé, as ações, a postura pessoal e a sua ligação espiritual.

Autora: Iney Lúcia.